quarta-feira, 18 de março de 2015

Bolinho de Arroz

Gente sou contra o desperdício de alimentos, então ontem eu aproveitei a sobra de arroz e fiz um ótimo bolinho de arroz. Muita gente desperdiça os alimentos por não ter conhecimento de que sobras de alimentos podem ser usadas para fazer outros pratos.
Vou passar a receita, que é muito fácil!



               Bolinho de arroz

Ingredientes
2 xc de arroz cozido
sobra de frango (opcional)
1 ovo
queijo ralado a gosto
cheiro verde a gosto
sal a gosto
cebola picada a gosto
Farinha de trigo
Óleo para fritar

Preparo
Passe o arroz e a sobra de frango no processador
Junte o ovo, c verde, cebola, sal e o queijo ralado
Adicione aos poucos a farinha até da "liga" a massa
Faça bolinhas com a mistura, tomando como medida uma colher de sopa
Frite até dourar toda a superfície
Pronto é só servir

sábado, 14 de março de 2015

O lado bom de se morar em casa.


Esse é um dos bons motivos de se morar em casa e ter um quintal, a minha aceroleira está tão carregada que essa é a colheita diária.
Uma frutinha tão pequena e tão benéfica, a acerola é conhecida como a rainha da vit C e também é fonte de betacaroteno e minerais, ultrapassando até mesmo a laranja!
A acerola é fonte de vitaminas, ferro e cálcio, então ela é um ótimo aliado para o combate a anemia, já que nós necessitamos de vitamina C todos os dias. Especialistas recomendam o consumo de no mínimo 60mg do nutriente, então a ingestão de 2 a 4 acerolas por dia é capaz de suprir as necessidades diárias de vitamina C de um adulto e para crianças menores de 10 anos, 1 acerola por dia já é o suficiente. Hahaha...de vitamina C meus filhos estão perfeitamente supridos.
Viva a acerola!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Mais trabalhos

 Bolo kit kat



                                       Bolo que fiz para minha cunha...          






Trabalhos

Um pouco do meu trabalho


                                        Festa Palhaço
















sábado, 29 de setembro de 2012

O LUTO DE PERDER ALGUÉM 

Sabemos que a partida deste mundo é algo normal e que, de repente, as pessoas vão para um lugar melhor, ao menos é o que dizem, não sabemos se é verdade ou não, pois ninguém nunca voltou para nos contar como são as coisas. Tudo é apenas conjecturas...

O verdadeiro sentimento neste momento é a saudade, a dor da perda e também o arrependimento por ter falado demais ou, de menos. É um momento complicado para quem fica, pois, são os vivos que continuam com a consciência da existência, quanto os que partiram, deixaram tudo para trás... Mergulharam no amanhã inevitável e completamente maravilhoso.

Talvez, estejam nos olhando de onde estão, talvez não... Talvez esperem que nós mesmos encontremos as respostas para nossas perguntas e, de alguma forma, possamos compreender o que não se pode entender, pois nem tudo nesta vida é para compreendermos, por exemplo: a morte. A morte, por mais difícil que seja é apenas uma manutenção para nossa existência, ela é o topo de nossa cadeia alimentar, somos devorados a cada dia. Por isso, precisamos usar este momento como marco... para mudanças, pois é exatamente o que esta acontecendo, uma drástica mudança na vida de todos da família.

Perder alguém é sempre doloroso para aqueles que ficam, mas talvez para quem parte, não seja tão ruim... Se desprender do magnetismo que nos prende ao solo, as necessidades de materiais para sobreviver neste plano, enfim, a morte também pode ser um anjo libertador da pessoa e também da família, pois quem gosta de ver alguém próximo sofrendo lentamente sem esperanças de cura?

Acho que é o momento de pensarmos e entendermos que a morte é mais uma passagem, um ingresso para uma nova existência, por isso nosso corpo foi feito com prazo de validade, para não corrermos o risco de passar do tempo necessário para aprendermos o que precisamos aprender, sei que neste momento, as melhores palavras seriam... Meus pêsames, contudo, precisamos entender que determinadas situações não temos como lidar...

Ninguém parte na véspera, todos temos o momento certo para seguir mais adiante, sei que às vezes, a morte não parece justa, contudo, neste mundo que vivemos, de caminhos intrincados, tudo acaba seguindo para um único e determinado ponto, agora, com certeza não saberemos o por que, é o momento de chorar, de sentir saudade, de lembrar o que foi dito e o que não foi dito, contudo, não podemos esquecer de continuar, pois, como aqueles que partiram, um dia chegará a nossa vez de embarcar.
E também deixaremos muitas pessoas com saudade, pois como todos seres humanos, somos importantes uns para os outros, no entanto, às vezes, infelizmente esquecemos de dar o devido valor devido aos fatos que nos envolve, até o momento de partir, onde o regresso é apenas uma lacuna possibilidade, por fim... O luto de perder alguém é mais uma saudade, um momento de estar mais próximo, de falar o que se deve ou calar o que não deve dizer.

Mas, tais coisas, infelizmente acontecem para aprender, que não podemos deixar para amanhã o que podemos fazer deste momento em diante. Sabemos que a partida deste mundo é algo normal e que, de repente, as pessoas vão para um lugar melhor, ao menos é o que dizem, não sabemos se é verdade ou não, pois ninguém nunca voltou para nos contar como são as coisas. Tudo é apenas conjecturas...

O verdadeiro sentimento neste momento é a saudade, a dor da perda e também o arrependimento por ter falado demais ou, de menos. É um momento complicado para quem fica, pois, são os vivos que continuam com a consciência da existência, quanto os que partiram, deixaram tudo para trás... Mergulharam no amanhã inevitável e completamente maravilhoso.

Talvez, estejam nos olhando de onde estão, talvez não... Talvez esperem que nós mesmos encontremos as respostas para nossas perguntas e, de alguma forma, possamos compreender o que não se pode entender, pois nem tudo nesta vida é para compreendermos, por exemplo: a morte. A morte, por mais difícil que seja é apenas uma manutenção para nossa existência, ela é o topo de nossa cadeia alimentar, somos devorados a cada dia. Por isso, precisamos usar este momento como marco... para mudanças, pois é exatamente o que esta acontecendo, uma drástica mudança na vida de todos da família.

Perder alguém é sempre doloroso para aqueles que ficam, mas talvez para quem parte, não seja tão ruim... Se desprender do magnetismo que nos prende ao solo, as necessidades de materiais para sobreviver neste plano, enfim, a morte também pode ser um anjo libertador da pessoa e também da família, pois quem gosta de ver alguém próximo sofrendo lentamente sem esperanças de cura?

Acho que é o momento de pensarmos e entendermos que a morte é mais uma passagem, um ingresso para uma nova existência, por isso nosso corpo foi feito com prazo de validade, para não corrermos o risco de passar do tempo necessário para aprendermos o que precisamos aprender, sei que neste momento, as melhores palavras seriam... Meus pêsames, contudo, precisamos entender que determinadas situações não temos como lidar...

Ninguém parte na véspera, todos temos o momento certo para seguir mais adiante, sei que às vezes, a morte não parece justa, contudo, neste mundo que vivemos, de caminhos intrincados, tudo acaba seguindo para um único e determinado ponto, agora, com certeza não saberemos o por que, é o momento de chorar, de sentir saudade, de lembrar o que foi dito e o que não foi dito, contudo, não podemos esquecer de continuar, pois, como aqueles que partiram, um dia chegará a nossa vez de embarcar.
E também deixaremos muitas pessoas com saudade, pois como todos seres humanos, somos importantes uns para os outros, no entanto, às vezes, infelizmente esquecemos de dar o devido valor devido aos fatos que nos envolve, até o momento de partir, onde o regresso é apenas uma lacuna possibilidade, por fim... O luto de perder alguém é mais uma saudade, um momento de estar mais próximo, de falar o que se deve ou calar o que não deve dizer.

Mas, tais coisas, infelizmente acontecem para aprender, que não podemos deixar para amanhã o que podemos fazer deste momento em diante.


                                                                                     
                                                                                       (ADRIANO VILLA)